ATL /// study 017

 

 
 

lacuuuuuna patataaa grrrr

🐾

 

 

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ATL /// study 016

 

 

 
 

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ATL /// study 015

 

 


 
 
 
 

  Some things only reveal themselves at 1:1 🐸



 
 

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sota em terra (feat PRP)

 

…or the power of a linear sensor

 

 

on non-linear LIFE, ta malucussss yo?!!!
 

gashô  

 

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O relatorio

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Today was a good day (no Pais do Nada)

 

No País do Nada eu tinha também tudo isso e muito mais que tudo junto precisava dum outro país para pôr tanta tralha, para por-mãos-juntos lábios secos de dizer palavras

em quanto as palavras – as verdadeiras e fugidas pelo que contentes longe do homem e seus países – se enchiam de cheiro a plantas e fazia o tambor planos de voar, de nos nevoar,

de nos baralhar com acento agudo, com acento nú, com acento… No País do Nada era tudo com acento, pelo que acentuado e de vida curta, de muito sorrir, de muito estar periclitante e por tanto frágil e por tanto permeabel a mudança

e assim toda coisa que fosse vestia uma gabardine colorida e galochas transparentes.

Como havia um gajo de deitar nada fora neste país?!!! era impossível e alem de tudo muito difícil; lá de vez em quando morria alguma coisa e a gente enterrava ou fazia fogueira dela, conforme fosse expresso o desejo,

mas para o funeral já era uma festa tal que em vez de diminuírem, as coisas não faziam se não aumentar

 e que alegria que isso nos dava no nosso pequeno país que trasbordava e que a gente nunca tinha vergonha de dizer que dali éramos e não de outro sítio…

 quase como se dele tivéramos orgulho, sim duma coisa assim vulgar como a porra dum país.

Mas na verdade a gente não precisava de sentir orgulho ou pertença tanta assim, porque No País do Nada, todos e todas partilhávamos só um alma, uma alma magrinho, uma alma luminoso, uma alma curioso, uma alma fermoso… a quem chamávamos O Menino Alma.
 

No Pais do Nada o sol não aquecia nada e a luz nada iluminava mesmo, tudo se começava por nadar com ondas ou sem ondas a gente brincava com a dor ou o que houvesse porque, sim adivinhaste, o normal era não haver nada…. Bom, nada havia sim, muita, muitississima nada por todos partes acumulada, em todos os cantos deitada, nada fazendo de todo a sua casa. […]

 

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Chaotic ensemble
creeper of skin
I am nobody
would you kiss my back
would you share some light
dark is the path
dark is the mouth

— unwritten wave of sin —

I lay on the stone
I caress the stone

— rigidity’s a trail in the sea —

the warmth of the sun

the warmth of the sun

the warmth of the sun

I let go
I pee myself
I give holidays to all my sphinxes
to all my plans
to all my dreams
to all my hopes

. . .

you wanted to know
what happiness is

is this tear
while it falls

 
 

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